União do Vegetal
Não confunda whiskeyro
com Oaskeiro

A União do Vegetal esclarece

O Centro Espiritual Beneficente União do Vegetal Luz Paz e Amor, que já foi alvo de duas amplas reportagens na Humanus (edição I e III) foi contatado, no final do ano de 2004, de forma intensa tanto por telefone como por correio eletrônico, por pessoas que solicitavam a manifestação de seus responsáveis sobre a liberação da distribuição de chá de Mariri e Chacrona nos Estados Unidos por um centro espírita cujo representante é Jeffrey Bronfman, um norte-americano que havia conseguido tal autorização da Suprema Corte Estadunidense.
A título de ilustração, transcrevemos a seguir a resposta fornecida pelo departamento jurídico da União do Vegetal a uma solicitação de parecer sobre o referido assunto feita no Fórum do sítio do GEH (Grupos de Estudos Humanus) pela senhora Rebeca Carvalho, brasileira residente nos EUA, por conter importantes pontos de esclarecimento a respeito do assunto:

Segundo informações dos nossos correspondentes internacionais, Jeffrey Bronfman é integrante de uma família multimilionária, cujos membros são considerados os Rothschilds da América. Eram donos de uma indústria de whiskey tanto nos EUA como no Canadá, e recentemente a venderam para a empresa francesa Vivendi por oito bilhões de dólares. Tomamos conhecimento também que essa mesma pessoa distribui chá de Mariri e Chacrona através de um centro espírita. Provavelmente seja um centro espírita de sua propriedade, uma vez que qualquer um pode registrar uma sociedade em cartório e reunir pessoas para fins variados. Isso é uma prerrogativa do estado de direito em que vivemos.
Ocorre, porém, que a União do Vegetal é um Centro Espiritual e não um centro espírita. A diferença entre espírita e espiritual é de uma distância estelar. Esclarecemos ainda que centros espíritas não têm absolutamente nada a ver com a União do Vegetal. Espiritismo é uma doutrina compilada por Allan Kardec que tem como escopo comunicar-se com espíritos desencarnados, o que é totalmente diferente da doutrina da União do Vegetal, onde cada um dos discípulos se ocupa em alcançar graus de compreensão cada vez mais elevados através do conhecimento de seu próprio espírito.
E para encerrar, totalmente descartada está a possibilidade do Centro Espiritual Beneficente União do Vegetal Luz Paz e Amor autorizar uma pessoa com semelhante histórico a representá-lo em algum Estado ou país, ou seja, uma pessoa que faz parte de uma família que conquistou fortuna à custa de fabricação, venda e distribuição de bebidas alcoólicas. Mesmo porque o índice de abstinência de vícios entre os discípulos da União do Vegetal é de 100%. Nesse sentido, poderíamos afirmar que a diferença entre aquele centro espírita e a União do Vegetal é análoga à que existe entre o whiskey e a Oaska.
Maiores informações poderemos fornecer à senhora quando chegarem os dossiês solicitados sobre esse assunto.

Atenciosamente,
Adriana Hoffmann
Dep. Jurídico do Centro Espiritual Beneficente
União do Vegetal Luz Paz e Amor.

(www.geh.com.br)

Nesse mesmo período, um escritor norte-americano e residente no Novo México, sr. Ernesto Cienfuegos, durante contato com a redação da revista Humanus também pediu esclarecimentos sobre o assunto:

“Amigos,
O sr. Jeffrey Bronfman de Santa Fé, Novo México, declarou à imprensa que é líder da “União do Vegetal” (UDV – O Centro Espírita Beneficente União do Vegetal) no Estado do Novo México e o representante da UDV na América do Norte.
Aqui a imprensa, às vezes, publica erros. Têm os senhores informações que esclareçam a declaração do sr. Bronfman?”

Atenciosamente,
Ernesto Cienfuegos
La Voz de Aztlan

Resposta dada pelos colaboradores da Humanus e que são também membros da União do Vegetal:

Prezado sr. Ernesto Cienfuegos
Bom dia.
Mais informações sobre o tema União do Vegetal já estão a caminho de Aztlan. Dentro de cinco dias úteis chegarão as obras já mencionadas anteriormente. No entanto, adiantaremos aqui alguns pontos.
Existem grupos clandestinos que utilizam as mesmas plantas do chá Oaska, preparado pelo Mestre, para fazerem um chá que não é Oaska e não possui seus atributos divinos. Para que os efeitos benéficos do chá se manifestem é preciso haver a presença do Mestre. Costumamos ilustrar essa questão da seguinte forma: imagine um bisturi altamente cortante nas mãos de um médico charlatão, sem nenhum conhecimento de causa, e nas mãos de um exímio cirurgião dotado de dons próprios para tal mister. O resultado no paciente que está buscando a cura não pode ser o mesmo.
Então, o Mestre é a única pessoa encarnada nesse momento na Terra com autorização espiritual e autoridade para ser o Representante Geral da União do Vegetal e utilizar esse poderoso instrumento de evolução espiritual que é o chá Oaska. Quem tem a graça de poder beber a Oaska das mãos dele pode confirmar essa sua condição de forma misteriosa e incontestável. Inclusive existem dezenas de discípulos do Mestre que antes de encontrarem a União do Vegetal haviam bebido o chá de forma clandestina e seus depoimentos são unânimes: “Não existe termo de comparação. O Mestre está aqui.”
Assim sendo, para que exista um Núcleo de distribuição de Vegetal (Oaska) em qualquer parte do mundo é preciso a autorização expressa do Mestre Geral Representante Joaquim José de Andrade Neto. E não consta que ele tenha, até o momento, autorizado alguém a representar a União do Vegetal na América do Norte. Além disso, União do Vegetal só existe UMA, cuja Sede Geral é em Campinas, São Paulo, Brasil.
É vontade do Mestre que existam Núcleos espalhados pelo mundo todo, mesmo porque, conforme o senhor mesmo está sentindo, é uma necessidade e ele sabe perfeitamente disso. Ocorre, porém, que preparar uma pessoa para poder representá-lo e realizar o trabalho de maior responsabilidade que um ser humano pode realizar, ou seja, distribuir o Vegetal, não é tão simples e nem tampouco rápido. São necessários anos de limpeza espiritual, de burracheira (força estranha e poderosa que se manifesta quando se bebe o chá), para que um discípulo se desintoxique espiritualmente dos vícios, manhas e desvios provindos do ego e de toda a programação do sistema; é necessário que ele tenha acesso às leis Divinas; que assista a centenas de exemplos de virtude; que sinta no espírito as conseqüências de seus atos; que sinta a Luz e a Força de Deus de forma contundente como nós sentimos dentro de uma Sessão com o Mestre. É necessário enfim, uma caminhada longa, repleta de desafios e provas, mas indescritivelmente bela e encantadora, para que um discípulo possa chegar a ter condições de distribuir o chá que o Mestre prepara e transmitir para outras pessoas os ensinamentos da União do Vegetal.
Portanto, a afirmação atrevida do sr. Jeffrey Bronfman de se dizer representante da União do Vegetal nos EUA só pode ser um invento. Pode até ser que ele seja representante de um centro espírita que usa o nome União do Vegetal e bebe um chá preparado com as plantas Mariri e Chacrona. Mas, com certeza, o que eles bebem não é Oaska. O fato pode ser confirmado pelas próprias palavras de Jesus: “Pelas obras os conhecereis”.
Mas compreendemos as dúvidas que possam estar surgindo devido à falta de esclarecimentos sobre o assunto na América do Norte e pela proposital falta de interesse dos meios de comunicação em divulgar a verdade sobre o chá. Muitas instituições e sociedades pressentem seu poder, já tendo inclusive infiltrado pessoas na União do Vegetal com objetivos de investigação e desestabilização, e tentam fazer de tudo para que os verdadeiros buscadores não tenham acesso à mesma. Conforme o Mestre sempre diz, um homem esclarecido, espiritualizado, desperto, vale por 1000, e representa um “perigo” para os programadores. E eles não querem correr esse risco.
Estamos à disposição para quaisquer esclarecimentos. Aqui no Brasil nós vimos realizando há anos um trabalho no sentido de esclarecer sobre as imensas diferenças que existem entre a União do Vegetal e grupos que bebem chá de forma clandestina, a fim de que as pessoas venham a saber cada vez mais a verdade sobre este misterioso líqüido. E esse trabalho deve começar a ser ampliado para diversos países. Estamos caminhando para isso.

Com um forte aperto de mão,
HUMANUS - BRASIL


Alguns dias após a solicitação de informações sobre o sr. Jeffrey Bronfman, o departamento jurídico da União do Vegetal reuniu o material pesquisado e encaminhou à redação da Humanus.
Eis algumas informações sobre o assunto:


O poderoso godfather

Jeffrey Bronfman pertence à conhecida e bilionária família Bronfman, ex-proprietária da Seagram’s, uma gigantesca empresa de bebidas alcoólicas com matriz em Montreal, Canadá.
As atividades da família no ramo iniciaram-se com Samuel Bronfman, fundador do atual império comercial Seagram’s Company, na década de 20 do século passado, com a comercialização de bebidas alcoólicas, sendo a principal delas uma “inovação” inventada por Aeneas Coffey em 1831: o blend whiskey. Samuel Bronfman dizia: “A destilação é uma ciência, o blending é uma arte”. Veremos mais à frente o que provoca a “arte” de Samuel Bronfman. Stephen Birmingham, autor de The Rest of Us: The Rise of American Eastern European Jews (O Resto de Nós: A Ascensão dos Judeus Americanos da Europa Oriental), relata que “...enquanto o verdadeiro Scotch whiskey levava de dois a doze anos para ser envelhecido, o ‘fenômeno’ Scotch Bronfman poderia envelhecer em dois dias sem que ninguém notasse!”.
A coisa se dá através de uma aleatória mistura de álcool com diferentes espécies de malte (cujo número pode variar de quinze a quarenta), dois a três tipos de whiskey de grão e outros ingredientes. Foi por meio de tal líqüido que Samuel Bronfman deu início a um verdadeiro império.
Quanto ao nome de família, é digno de nota o fato de que Samuel Bronfman, tio-avô de Jeffrey, na realidade não nasceu Bronfman, mas tornou-se, uma vez que o mesmo significa “whiskey man” (homem-whiskey) em yiddish.
A Seagram’s é uma empresa de origem canadense, cujo rápido crescimento se deu na época da Lei Seca, ou seja, durante a proibição de bebidas alcoólicas nos EUA, quando Samuel começou a traficar whiskey ilegal do Canadá para os EUA, inundando a América com seus venenos através de negócios milionários com a Máfia de Chicago. Esta, que era por ele fartamente suprida não só com imensas quantidades de blend whiskey, mas também com os famosos licores Seagram’s e outras bebidas, era dirigida, na época, por tipos como Lucky Luciano, Frank Costello e Meyer Lansky (nascido Maier Suchowljansky). Este último acabou transformando a Máfia numa corporação multinacional (graças a fornecedores como Samuel Bronfman) ao abrir casas de jogos em Cuba, nas Bahamas e em Londres, além de internacionalizar o circuito da prostituição. O economista estadunidense Thomas Schelling comparou, com bastante realismo, a máfia com um quase governo. Lansky era um reacionário, fanático sionista, tendo contribuído com milhões de dólares pela causa de Israel, e elegeu como seu epitáfio uma frase que repetia constantemente em vida: “Jamais me ajoelhei ante um cristão”. E assim, com amigos e sócios como esse, as portas do mundo material começaram a se abrir rapidamente para a alcoólica família traficante de bebidas.

Os herdeiros

Sam, o godfather, legou a seu herdeiro, Edgar Bronfman, uma estrutura tal que as bebidas Seagram’s são vendidas em mais de 197 países e territórios. Afiliados e subsidiárias em 41 países formam com eles o maior sistema de distribuição da indústria de bebidas alcoólicas do planeta. A Seagram’s produz, comercializa e distribui mais de 226 marcas de bebidas destiladas, mais de 180 marcas de vinho, champagnes, ports, sherries, e mais de 48 marcas de refrescos, cervejas, misturas e outras bebidas com baixo teor alcoólico. Algumas das marcas mais conhecidas incluem Crown Royal, Captain Morgan, Chivas Regal e Absolut Vodka.
Edgar Bronfman é presidente do Congresso Mundial Judaico desde 1981, apoiador fiel do governo de Ariel Sharon e um dos maiores responsáveis pela gigantesca campanha mundial contra o “anti-semitismo” (apenas em ralação a judeus e não a árabes, obviamente), tendo conseguido colossais indenizações para os judeus chamados “sobreviventes do Holocausto”. Estes, cumpre observar, parecem multiplicar-se surpreendentemente a cada dia, uma vez que, no final da Segunda Guerra o número de sobreviventes era de vinte e cinco mil, e atualmente já são cerca de oitocentos mil! Teria ocorrido com eles o milagre da ressurreição, tal qual aconteceu com o Divino Jesus? De qualquer forma, tal fato ainda tem passado despercebido para a maioria, mas se continuar no ritmo em que está, não tardará o dia em que os alardeados seis milhões de mortos ressuscitem todos, diante das incomensuráveis fortunas que são extorquidas dos povos e nações em seus nomes.
Mas, no momento, o que já é motivo de indignação por parte de muitas pessoas, como o caso que citaremos a seguir, é que as organizações judaicas não agem simplesmente no sentido de se esforçarem para retomar o que de direito lhes pertence, mas sim, segundo inúmeras afirmações, através de uma massiva extorsão, pressões e ameaças em grande escala em prol de seus interesses financeiros.
Em 1996, algumas dessas organizações afirmaram que os bancos suíços mantinham contas bancárias abertas, até então, de judeus ricos nas décadas de 30 e 40 que morreram durante a II Guerra Mundial e que, portanto, não foram capazes de retomar o seu dinheiro; por isso, agora, os sobreviventes estariam exigindo o mesmo. O Presidente da Suíça na época, Jean-Pascal Delamuraz, acusou os sionistas de terem cometido “chantagem” e “extorsão” ao tentarem fazer com que a Suíça lhes desse dinheiro sem qualquer prova de que tinham, para tal exigência, um direito legítimo.
Porém, seu sucessor à presidência não compartilhava dessa opinião e estava propenso a pagar a indenização para evitar problemas. Os banqueiros, por sua vez, não concordavam com a opinião do novo Presidente, e assim, diante dessa resistência por parte da Suíça em pagar indenizações sem provas de qualquer espécie, Edgar Bronfman encontrou-se com o embaixador desse país nos EUA e o ameaçou dizendo que, se a Suíça não liberasse imediatamente US$ 250 milhões de dólares, as próximas reuniões do House Banking Committee seriam, tanto quanto possível, difíceis para ela. Concomitantemente, um grupo de judeus nova-iorquinos que também afirmava ser sobrevivente do Holocausto, entrou com uma ação contra três dos maiores bancos da Suíça e “pediu” ao Federal Reserve Bank de Nova Iorque que suspendesse as licenças destes bancos até a resolução do processo. Israel também entrou na campanha e convocou um boicote mundial contra os bancos da Suíça. Finalmente, após estas e mais algumas dezenas de pressões e ameaças, a afirmação de que a campanha sionista era extorsiva foi retirada por parte do governo suíço, com melindrosos pedidos de perdão aos judeus, e os US$ 250 milhões de dólares exigidos por Bronfman foram liberados. Porém, os sionistas disseram, depois, que se tratava apenas do primeiro pagamento. E então, sugeriram que US$ 7 bilhões de dólares talvez fosse um total razoável para receberem da Suíça!
Assim, com o tempo, por essas e outras, o herdeiro e ampliador do império Bronfman legou a seu filho, Edgar Bronfman Jr. (primo de Jeffrey Bronfman), todas as condições para que este expandisse as empresas Seagram’s para a área do entretenimento e multimídia de massa e, desta forma, surgiu um imenso conglomerado de mega-empresas que compreende: MCA (empresa de entretenimentos), Universal Pictures (uma das maiores companhias cinematográficas do mundo), Interscope Records (o maior promotor de um novo tipo de música, gangsta rap, cujas letras incitam explicitamente os negros a cometer atos de violência contra brancos), Universal Music e PolyGram (empresas discográficas, sendo esta última a maior da Europa). Com a compra da PolyGram, em 1998, Bronfman apropriou-se também da Deutsche Grammophon, da Decca-London e das empresas discográficas Philips.
Quando a renda da PolyGram se somou às da MCA e da Universal, os Bronfman se tornaram donos do quarto maior império dos meios de comunicação, com renda anual de US$12 bilhões de dólares.
Ao longo dos anos, eles desfizeram-se de algumas empresas, como, recentemente, da própria Seagram’s, mas trataram logo de adquirir outras tão ou mais “poderosas”, como por exemplo a Warner Music, a maior indústria fonográfica do mundo, e subsidiárias. Entre os mais populares veículos de entretenimento que os Bronfman já produziram, controlam ou empresariam, contando “artistas”, parques temáticos e filmes, estão: Madonna, Guns N’ Roses, Led Zeppelin, Metallica, Sheryl Crow, Bee Gees, Dru Hill, Enrique Iglesias, Elton John, Jay-Z, Kirk Franklin, Woody Woodpecker, Motown Live, Blind Date, Linkin Park, The Flinkstones, E.T. – The Extra Terrestrial, Jurassic Park, Xena: Warrior Princess, Bruce Lee, Dionne Warwick e R.E.M.
Como se vê, a afirmação do escritor norte-americano John Whitley de que os Bronfman, juntamente com mais seis detentores da mídia do sistema mundial, controlam os EUA e o mundo, não é de se desprezar. Os Bronfman podem até se dar ao “luxo” de financiar dois candidatos concorrentes à presidência dos EUA ao mesmo tempo! Por incrível que pareça, durante as recentes eleições nos Estados Unidos da América, nas quais Bush venceu de forma fraudulenta, eles doaram a ambos os partidos que disputavam a presidência daquele país – o Republicano e o Democrata – imensas quantias em dinheiro, praticamente iguais. Conforme diz o dito popular, garantia pouca é bobagem... principalmente para quem deve e teme...
Ainda sobre as atividades dos Bronfman, apenas citaremos mais algumas informações que obtivemos a respeito das mesmas, que denunciam a participação da referida família no crime organizado. Além de traficar bebidas, a whiskey family traficaria mulheres russas, as quais são prostituídas e mantidas na escravidão em boates de Israel e em bordéis de outros países; também estaria envolvida com o Mossad (serviço secreto do governo israelense), com o assassinato de John Kennedy, com o narcotráfico e com a prostituição no Canadá.
O resultado de tudo isso, conforme afirmam pesquisadores, é um controle da economia, da política e da mídia internacional pelos Rothschild na Inglaterra, pelos Rockfeller na América e pelos Bronfman tanto no Canadá como também na América, aos quais se somam mais de uma dúzia de Banksters (gangsters da usura), todos com o apoio dos Bilderberger, da Comissão Trilateral, do CFR (Conselho de Relações Estrangeiras), do Comitê dos 300 (as 17 mais ricas famílias do mundo chamadas de “elite”), e da B’nai B’rith, que inclusive é dirigida por Edgar Bronfman, além de todos os governos podres e vendidos. Esse é o sinistro panorama da estrutura do poder material, da mentalidade e cultura de uma “Nova Ordem Mundial”*.

(* O termo “Nova Ordem Mundial” é freqüentemente utilizado para citar a organização das relações internacionais pós-Guerra Fria. Entretanto, o termo se refere aqui ao processo de desculturação e destruição dos povos do mundo, especialmente os de origem européia, iniciado em fins do século XIX e, mais especificamente, à “Grande Onda”: o processo em escala gigantesca de depravação e subversão das bases da civilização ocidental, iniciado nos Estados Unidos na década de 50, e exportado pelo mundo nas décadas seguintes.)

Um vale de lágrimas

No caso dos Bronfman, à custa de quê alcançaram eles tamanho “poder” e fortuna? Sem dúvida alguma, através do sofrimento e da destruição da vida de milhões de pessoas. Existem os lucros provindos de suas megaproduções “artísticas”, as quais influenciaram de forma maléfica milhões de jovens e adultos de todo o mundo, tendo, como protagonistas, artistas por eles patrocinados que estimulam o consumo deliberado de drogas, portam-se como delinqüentes, apresentam-se de forma suja e degradada, e induzem ao sexo promíscuo e homossexual. Com isso, acabaram contribuindo para alastrar pelo planeta a imoralidade, a rebeldia, a pornografia, o desrespeito, o vício, a autodestruição, a superficialidade, a mediocridade e uma moda degradante, atuando como verdadeiros agentes subversivos e corrompedores da humanidade. Porém, não iremos nos estender nesse ponto, mas sim nos ater aos efeitos das bebidas alcoólicas, que foram o carro-chefe e a mola propulsora do império Bronfman.
Estima-se que 90% da população adulta dos países “civilizados”, ou seja, aproximadamente cinco bilhões e meio de seres humanos, bebam álcool com alguma periodicidade, sendo que aproximadamente 50% possuem problemas temporários devido a esse vício e 10 a 15% são alcoólatras crônicos. O alcoolismo social é uma forma de dependência aceita por quase todos e praticada pela maioria dos jovens e adultos nas sociedades modernas; e o alcoolismo, a principal forma de toxicomania da atualidade.
Durante cinqüenta anos, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, acompanharam a vida de 600 homens para identificar as causas do alcoolismo, um problema que atinge 600 milhões de pessoas de forma direta e intensa (cem vezes mais do que as vítimas do holocausto) e 90% da população mundial, de forma não tão intensa e indireta. O resultado é o livro A História Natural do Alcoolismo Revisada, escrito por George E. Vaillant, com base na pesquisa, da qual foi coordenador por duas décadas. Eis algumas de suas conclusões:
“Minha principal convicção hoje é que o alcoolismo é um problema de dimensões trágicas ainda subdimensionadas. Em relação ao álcool, nenhuma medida efetiva vem sendo tomada. Só que, do ponto de vista da sociedade, o alcoolismo é um problema muito grave. Seu maior dano é a destruição de famílias inteiras. Para citar um só exemplo: nos Estados Unidos, 50% de todas as crianças atendidas nos serviços psiquiátricos vêm de famílias de alcoólatras. E grande parte dos abusos cometidos contra crianças têm raiz nesse vício. Sem sombra de dúvida é uma doença, resultante de um cérebro que perdeu a capacidade de decidir. Os japoneses têm um provérbio que diz ‘Primeiro o homem toma uma bebida, e depois a bebida toma o homem’. O indivíduo alcoólatra é alguém que perdeu a liberdade de escolha.”
O alcoolismo relacionado à violência urbana e doméstica, aos acidentes de trânsito e de trabalho, e ainda, às inúmeras doenças é, atualmente, na maior parte do mundo, um dos maiores problemas no que diz respeito à saúde pública. Os gastos decorrentes do uso e abuso do álcool e de outras drogas estão entre os mais expressivos deste setor. Para se estimar esses valores, as pesquisas têm se pautado, principalmente, nos custos com tratamento médico, na perda de produtividade dos trabalhadores consumidores de drogas e nas perdas sociais decorrentes de milhares de mortes prematuras.
Em 1997, o alcoolismo ocupava o 4º lugar no grupo das doenças que mais incapacitam os seres humanos. Os transtornos mentais associados ao uso e abuso de substâncias psicoativas, como as Psicoses e Síndromes de Dependência de Álcool e de outras drogas, são o primeiro motivo de internações psiquiátricas.
Segundo pesquisa realizada pelo NIAAA – National Institute on Alcohol and Alcoholism Abusive (Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo) dos EUA, o consumo abusivo e persistente de álcool é uma importante causa de morbidade, um fator verificado em 68% dos homicídios culposos, 62% dos assaltos, 70% dos assassinatos, mais de 30% dos casos de suicídio e 44% dos roubos ocorridos no país (In: ALCOHOLALERT, 1997). Pesquisas ainda comprovam que aproximadamente 70% das vítimas fatais de acidentes de trânsito haviam consumido álcool antes do sinistro, isso se não for em época de datas comemorativas como carnaval, Natal e passagem de ano, as quais registram um índice ainda maior!
Para se ter uma idéia, no Brasil os gastos vinculados direta ou indiretamente ao alcoolismo atingem a inacreditável marca dos US$ 108 bilhões de dólares por ano, ou seja, 7.9% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. E nos EUA, conforme informações do NIAAA, a cifra chega a US$ 185 bilhões ao ano!
O mais alarmante é a tendência mundial que aponta em direção ao início cada vez mais precoce à dependência de drogas e álcool por parte de crianças e adolescentes. No Brasil, servem de referência os estudos realizados, desde 1987, pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) sobre o uso de drogas por estudantes de 1º e 2º graus, e crianças e adolescentes em situação de rua. O último levantamento do CEBRID, realizado em 1997, revela que o percentual de adolescentes que já consumiram drogas entre os 10 e 12 anos de idade é altíssimo: 51.2% usaram álcool; 11% usaram tabaco; 7.8%, solventes; 2% ansiolíticos e 1.8% já se utilizaram de anfetamínicos nessa faixa etária. Nas 10 capitais pesquisadas, cresceu a tendência para o uso constante de maconha entre crianças e adolescentes. O uso freqüente de cocaína e de álcool também aumentou em seis capitais. Quanto ao uso pesado de drogas, isto é, 20 vezes ou mais no mês, também foi constatado um aumento nas 10 capitais para a maconha e, para o álcool, em oito capitais. A situação agrava-se entre as crianças e adolescentes que vivem nas rua.
A única faixa etária nos Estados Unidos cuja amplitude vital está decrescendo é a de 15 a 25 anos. Grande parte desse decréscimo é atribuída ao consumo de álcool. Entre os índios das Planícies do Sudoeste dos EUA, 10 de cada 1.000 crianças nascem com Síndrome Alcoólica Fetal, ou seja, já vêm ao mundo sedentas por uma garrafa de Seagram’s!
É esta a “arte” de Samuel Bronfman que, ao mesmo tempo em que conseguiu realizar a proeza de diminuir “magicamente” o tempo de envelhecimento do whiskey para dois dias, também conseguiu diminuir drasticamente o tempo de vida dos seres humanos na Terra!
Portanto, o alcoolismo é um dos mais graves e dramáticos problemas da nossa sociedade. O álcool é uma droga como a heroína, a cocaína e o crack. Por quê? Porque vicia, altera o estado mental da pessoa que o utiliza, levando-a a atos insensatos, violentos e até criminosos. É até pior do que as outras drogas, se pensarmos que causa problemas a um maior número de famílias e à sociedade, uma vez que seu consumo é muito mais abrangente mundialmente e ocorre em todas as faixas etárias. E o estarrecedor é que as bebidas alcoólicas não são combatidas, mas sim liberadas e super-incentivadas no convívio social! A abstinência ao álcool chega a ser rechaçada e até considerada como quase inconcebível! E os maiores responsáveis por essa “idéia” são justamente os meios de comunicação de massa, os quais, infelizmente, estão nas mesmas mãos dos que fabricam e vendem álcool.
Veremos a seguir uma lista parcial das conseqüências e principais doenças provocadas pelo álcool:

Morte
Suicídio
Desespero
Vício
Perda de memória
Câncer
Cirrose hepática
Envelhecimento precoce
Morte
Alcoolismo infantil
Ilusão
Ilusão
Ilusão
Morte
Delirium Tremens
Esterilidade
Agressividade
Morte
Depressão
Infecções de pulmão
Comprometimento
de coordenação
motora
Síndrome Alcoólica Fetal
Morte
Alterações
cerebrais, neurológicas
e cardiológicas
Impotência sexual
Pancreatite
Úlcera péptica
Alucinação
Morte
Assassinatos
Síndrome Demencial Alcoólica

Conclusão:

Se fôssemos cobrar dos Bronfman uma indenização para toda a humanidade, infeliz vítima de suas ilimitadas ambições e sede de poder, os míseros US$ 12 bilhões que faturam ao ano não pagariam nem um milésimo do que nos devem. Se somarmos a isso a conta espiritual provinda dos efeitos das tragédias, mortes e inauditos sofrimentos humanos ocasionados pelo álcool fabricado durante décadas, a mesma seria incalculável. Só nos resta dizer que somos profundamente agradecidos a Deus por não estar na pele deles, porque “em verdade, até que passem o Céu e a Terra, nem um só j ou um só til se omitirá da Lei, sem que tudo seja cumprido!”(Mateus 5: 18)

Filantropo, ma non troppo...

Jeffrey Bronfman, também conhecido como “guerreiro psicodélico”, nascido em 1955 e seguidor da “Divina Missão Iluminada do Guru Maharaji”, seita do guru que dizem ser o mais gorducho da Índia, é um destacado filantropo e ativista social que atuou por vários anos como diretor da Threshold Foundation e da Live Oak Fund for Change , sendo atualmente presidente e diretor da Aurora Foundation. Internacionalmente serviu de júri para o The Right Livelihood Award (considerado por muitos como o Prêmio Nobel alternativo) e foi o secretário e orador no Congresso de Líderes Religiosos e Espiritualistas na Conferência das Nações Unidas, no Rio de Janeiro em 1992. Jeffrey também apoiou projetos como o PAL no Equador e acompanhou de perto o crescimento do movimento Permaculture no Brasil em 1995. Enfim, é um legítimo buscador frenético de curiosidades.
No começo dos anos 90, Jeffrey Bronfman, numa de suas buscas exóticas e psicodélicas, viajou para a Amazônia e acabou contatando, pela primeira vez, o centro espírita que distribui chá de Mariri e Chacrona, tendo ficado fascinado pelo referido local e seu chá. O dito centro, provavelmente, também deve ter ficado fascinado com o seu mais novo membro, um norte-americano milionário, disposto a “doar” muitos de seus dólares e proporcionar-lhe fama no mundo! Foi assim que Bronfman aprendeu o português e foi treinado para se tornar um “representante” do tal centro, coisa que se deu em 1994 quando abriu uma filial do mesmo em seu país. Jeffrey Bronfman conduz eventos de beberagem do chá numa tenda, uma barraca redonda, em sua casa em Santa Fé, Novo México.
Prezados senhores, diante do breve dossiê sobre a família Bronfman, extraído de um extenso material onde constam dezenas de outras informações tão assustadoras quanto as aqui expostas, as atividades filantrópicas, ecológicas, religiosas e beneficentes do reivindicante a “representante da União do Vegetal nos EUA” só podem ser fruto de uma brincadeira de mau gosto ou sintomas, em grau avançado, de Delirium Tremens.
Perguntamos como seria possível a uma pessoa que compactua e goza, em família, das benesses, lobbies, luxo e relações político-sociais resultantes do álcool e do dinheiro sujo dos Bronfman, se imiscuir em assuntos de natureza espiritual e ainda se arvorar em querer doutrinar pessoas? Perguntamos como seria possível a um tipo pertencente a uma família de verdadeiros assassinos como os Bronfman, estar interessado na evolução espiritual do homem, na sua saúde, no seu bem-estar, na superação de seus desejos e amarras do ego, na libertação dos vícios (lembramos mais uma vez que o índice de abstinência de drogas, incluindo o álcool e o tabaco, por membros da UDV, é de 100%), e, ainda, na sua educação moral, espiritual e retidão de caráter?
Para começar, não podendo sequer cumprir os mais elementares deveres de um discípulo da União do Vegetal, como poderia ele estar a serviço do objetivo primordial desse Poderoso Centro Espiritual, constante na sua Constituição Orgânica, que é livrar a humanidade da ilusão ensinando o homem a se conduzir sobre a Terra? Sabe ele o que significa isso? Sabe, por acaso, o grau de responsabilidade, retidão de conduta e autoridade espiritual de que deve estar investido um homem para que possa representar a condição de Mestre da União do Vegetal, que é a mais alta expressão da Verdade, e trabalhar integralmente nesse sentido? Por tudo isso, se houver algum algum suicida de plantão e com pressa, talvez a escolha de se entregar nas mãos de Jeffrey Bronfman para que ele o “ensine a se conduzir sobre a Terra” (sic!) seja mais rápida e eficaz do que se atirar de um precipício!
Portanto, a ousadia de tal indivíduo, que chega às raias da insanidade no sentido de tentar confundir a opinião pública usando o nome da União do Vegetal através de um centro espírita que não tem absolutamente nada a ver com essa sagrada e milenar Ordem espiritualista, não ficará impune. Para se ter uma idéia a respeito dos princípios da União do Vegetal, citamos a seguir alguns trechos de sua Constituição Orgânica, a qual é cumprida, em essência e na prática, pelos seus membros:


- O Centro Espiritual Beneficente União do Vegetal Luz Paz e Amor é uma sociedade civil-religiosa, sem fins lucrativos ou políticos e sem preconceitos raciais, com número ilimitado de membros, e tempo indeterminado.
- A União do Vegetal é um fenômeno divino que tem por objetivo livrar a humanidade da ilusão, ensinando o homem a se conduzir sobre a Terra. A prática fiel a seus ensinamentos, prática essa ordenada pela Força Superior, permite ao homem cumprir seu dever de criatura perante o Criador. Cabe a todos os discípulos da União do Vegetal, como zeladores desta obra recriada pelo MESTRE José Gabriel da Costa, fazer tudo que for necessário para o cumprimento da palavra do MESTRE. Com certeza, a chave da presença da União do Vegetal na Terra é a mesma da vitória de seus membros: a União. A UDV possui caráter educativo, contribuindo para o aperfeiçoamento espiritual, moral, social e intelectual do homem. Proclama a superioridade do espírito sobre a matéria, tendo por princípio fundamental a obediência à Lei da Natureza, que é amar, dar e perdoar. Trabalha, assim, por uma nova concepção de vida, capaz de conduzir seus membros à formação de uma sociedade sadia tanto no plano físico como no mental e espiritual.
- A confiança que move o trabalho dos membros da União do Vegetal reside no conhecimento de que o poder do mal é grande, mas a coroa pertence ao Bem.
- Desenvolve os princípios básicos de educação nas crianças tanto no plano moral como no artístico e cultural, visando a aquisição de bons hábitos desde a infância, contribuindo assim para formar uma juventude sem vícios, livre principalmente de drogas, entre as quais o álcool e o tabaco.
- Declara que os homens são livres e iguais em direitos e deveres. Defende a plena liberdade de expressão do pensamento como o direito fundamental do ser humano, desde que acompanhada da inerente responsabilidade.
- Reconhece o trabalho, tanto físico como intelectual, como um dever social, algo dignificante e necessário, e o dinheiro como símbolo do trabalho. Respeita o capital conseguido com o trabalho honesto. Recomenda, porém, o uso do dinheiro ocioso para fins sociais. Esclarece ainda que, em primeiro lugar, o homem deve colocar sua dignidade; em segundo, seu dinheiro.
- O regime da União do Vegetal é hierárquico-verticalista.
- A União do Vegetal reconhece na paciência o primeiro degrau do Conhecimento, no sentido de que nas relações humanas sejam respeitados os graus de compreensão de cada um.
- A propagação de sua doutrina se dá pelos bons exemplos de seus membros, e não através de meios proselitistas.
- A União do Vegetal desestimula o consumo da carne de animais que provêm do parto, recomendando que a alimentação do homem se aproxime o máximo possível do vegetarianismo, que é baseado no princípio de respeito e amor à vida.
- O símbolo da União do Vegetal é Luz, Paz e Amor.
- O Mestre Geral Representante da União do Vegetal, Joaquim José de Andrade Neto, considera clandestino, sacrílego, irregular e espúrio o preparo, uso e distribuição de chá composto de Mariri e Chacrona sem a sua autorização expressa.

 

Caro leitor, poderia Jeffrey Whiskeyman ter uma mínima noção desses princípios e ainda praticá-los e ensiná-los?
Portanto, NÃO CONFUNDA WHISKEYRO COM OASKEIRO!
Além de tudo o que já foi dito, há mais uma questão crucial a ser considerada: não é segredo para ninguém que os judeus não reconheceram Jesus, não aceitaram as Suas Divinas Leis, não gostam d’Ele, e que muitos até O odeiam! Inclusive, existem dezenas de declarações no Talmud e no Zohar que falam abertamente contra Jesus Cristo e sua imaculada e pura Mãe de uma maneira insultuosa e freqüentemente obscena. Assim, pois, perguntamos como é possível a Jeffrey Bronfman, que é de família tradicional judaica e sionista radicalmente ativa, representar uma Ordem que é, por natureza, apolítica e tem por DIVINO MESTRE, JESUS?! Sinceramente, estamos diante de um anátema!
A conclusão a que chegamos é que Jeffrey Bronfman, que ousa afirmar ser um “representante da União do Vegetal”, está longe, longe, muitíssimo longe de poder representar e transmitir os maravilhosos ensinamentos de Jesus aos homens; e perto, muitíssimo perto, de representar, praticar e ensinar a doutrina de Judas!

 

Um modelo para Jesus ou Judas?

Leonardo da Vinci estava pintando a famosa Santa Ceia. Queria que fosse sua obra-prima e, por isso, não tinha pressa. Teve o cuidado de procurar pacientemente modelos no meio do povo para representar as figuras de Jesus e dos apóstolos.
Não foi fácil encontrar o modelo para o Divino Mestre. Viu-o numa bela manhã de primavera andando numa florida alameda da cidade. Era um jovem de rosto fino e másculo, cabelos compridos e semblante que irradiava nobreza. Trabalhou nele durante anos. E nesse período alternou, com a pintura de Jesus, a das outras personagens: Pedro, João, André... Os anos foram-se passando e quando já estava para terminar a obra eterna, ainda faltava um rosto. O mais enigmático e difícil para Leonardo: o sinistro semblante de Judas Iscariotes. Deixara-o para o fim, porque era a tarefa mais repugnante de seu trabalho.
Tinha de ser um rosto que refletisse a perfídia, a covardia, a revolta, o ódio, a traição, o cinismo – pensava ele. Não conseguia, entretanto, encontrar um rosto em toda Florença e arredores que reunisse todas aquelas características próprias de um Judas.
Finalmente, numa noite especialmente escura, encontrou-o numa taberna. Nervosamente excitado trouxe o homem, que estava em visível estado de embriaguez, para seu ateliê. E sem trocar palavra, iniciou seu trabalho.
Enquanto fixava os olhos no modelo e lançava pinceladas decididas na tela, foi descobrindo traços já conhecidos. Intrigado, continuou...
Após algumas horas, num repentino e chocante reconhecimento, Leonardo deu-se conta de quem se tratava. Horrorizado, perguntou-lhe o nome para confirmar suas suspeitas. Sim! Tratava-se da mesma pessoa que, há muitos anos atrás, servira de modelo para Jesus! Chamava-se Pedro Bandinelli. Os vícios, principalmente o do álcool, a luxúria e baixeza de conduta haviam transtornado e desfigurado o angélico rosto...

Essa história ilustra bem o caso em questão. Conforme vimos, o vício, a deformação de caráter, a desobediência à lei de Deus, a depravação, a ignorância e a maldade obscureceram o espírito de Pedro Bandinelli, deformando o seu belo rosto, e de tal modo que ele acabou servindo a dois senhores.
De forma analoga, o chá Oaska pode aparentemente ser igual a chás preparados e distribuídos de forma clandestina, sobretudo por ser composto pelas mesmas plantas nativas da floresta amazônica, mas, em verdade, não é. Deus não iria dotar com Seus poderes divinos um instrumento como um chá, que é algo simples de preparar, de forma independente da presença de um agente destinado a zelar pela sua guarda e distribuição, já que tal instrumento poderia ser usado de forma irresponsável e inconsciente para preencher interesses espúrios. E embora as pessoas tentem fazer isso, o resultado não é e nunca será o mesmo. Isto porque só pode haver mesmo diferenças entre os efeitos da Oaska e os de um chá preparado e distribuído por pessoas sem as mínimas condições de agir com autoridade espiritual. É realmente um atrevimento tais desobedientes, verdadeiros discípulos de Judas chafurdados no materialismo e na política, quererem se apropriar e fazer uso das duas plantas que compõem o chá Oaska, tentando com isso iludir os desprevenidos, afirmando que o que produzem teria os mesmos poderes espirituais que o sagrado líquido!
Porém, sabiamente, a Natureza criada por Deus não permite que tais pessoas tenham acesso aos Seus mistérios e encantos, de forma que os poderosos atributos divinos da legítima Oaska não se manifestam em rituais realizados de forma irregular e clandestina, mesmo sendo a bebida composta fisicamente com as mesmas plantas. Fazendo um paralelo com a história acima, Pedro Bandinelli, que pôde oferecer a Leonardo da Vinci a sua face para que o pintor oferecesse ao mundo o doce semblante de Jesus na Santa Ceia, acabou também servindo, por causa de seus desvios, para retratar com exatidão o arquétipo de Judas.

 

 

Em busca da verdadeira
espiritualidade?

 

“O errado é errado e o certo é certo.
O certo não pode ser errado e o errado não pode ser certo.”

MESTRE Gabriel

Graças a Deus, o tempo sempre se encarrega de mostrar as substanciais diferenças entre o mal e o Bem, entre a mentira e a Verdade. E nós perguntamos: o que explica a quantidade de psiquiatras, antropólogos, cientistas médicos, entre outros, terem tanto interesse no chá sem, no entanto, nunca terem procurado a legítima e única Ordem que o prepara e distribui, que é o Centro Espiritual Beneficente União do Vegetal Luz Paz e Amor?
Qual o verdadeiro motivo de uma pessoa, como o milionário Jeffrey Bronfman, estar envolvido e tão interessado em se apoderar do chá e montar uma “filial” nos Estados Unidos da América de um centro espírita que distribui chá de Mariri e Chacrona? A busca pela verdadeira espiritualidade?
O que estaria por trás disso? Diante de tantas obras literárias que a União do Vegetal vem publicando através da Editora Sama a fim de auxiliar os verdadeiros buscadores a encontrar a vida espiritual, não é difícil conhecer a verdade sobre os fatos que envolvem a história da UDV desde que o MESTRE Gabriel a recriou em 1961. E, pelo que consta, não existem obras esclarecedoras sobre o assunto que não sejam as publicadas pela Sama Editora, nas quais constam o endereço e telefone de contato da Sede Geral da UDV; e, no entanto, nunca nenhuma dessas pessoas entrou em contato conosco. Por quê? Se o objetivo delas é a real evolução espiritual, o que as impede de vir experimentar o líqüido da prova das mãos do Mestre? Medo? E qual o motivo de fazerem de tudo para tentar esconder a verdade sobre o chá e o seu legítimo guardião? Medo?
Estaríamos diante de um enfrentamento espiritual no qual pessoas com interesses escusos tentam utilizar um líqüido sagrado a serviço de tenebrosas forças telúricas materialistas? Estaríamos diante de uma tentativa de impedir o conhecimento e a expansão de um Centro Espiritual capaz de conter as terríveis ameaças que tais forças representam para a humanidade? Ou se trata apenas de mais uma forma de enriquecer e adquirir “poder” a fim de manipular e iludir cada vez mais as pessoas, comercializando o chá, que em outras mãos está desprovido de seus maravilhosos efeitos no espírito humano?
É visível a movimentação por parte de determinadas pessoas em relação à busca pelo chá, as quais, escondendo-se atrás de xamãs, curandeiros, psiquiatras, antropólogos e até de caboclos oportunistas da Amazônia não fazem mais que promover uma excursão visionária ou um tour psicodélico, cujo evidente objetivo é confundir ainda mais os incautos, que, atraídos por um pseudo autoconhecimento, embarcam em canoas furadas, empreendendo viagens sem destino e sem orientação. E o pior é que podem acabar perdendo a oportunidade de encontrar a porta que os conduz à verdadeira espiritualidade.
Por isso cuidado, senhores! Há perigo em todas as esquinas! No entanto, eles não vencerão e o sinal não está fechado para nós, que somos humanus. Porque não somos os mesmos e não vivemos como nossos pais. Nós vemos um futuro brilhante de plenas realizações benfazejas. Vemos uma humanidade recordada, transformada, evoluída e livre. Vemos uma juventude sã, vigorosa, digna e promissora. Vemos as crianças sendo mágica e simplesmente crianças. Vemos a translúcida Verdade reinando assim na Terra como no Céu. Vemos a glória infinita, definitiva e eterna do Bem. Vemos, finalmente, todos os Bronfmans, Darkmans, Deadmans, Degeneratemans, Logicalmans, Delinquentmans, Stupidmans, Destroyermans, Ambiguousmans, Moneymans e os Devilmans serem definitivamente, e para todo o sempre, derrotados e aniquilados pela Luz, pela Paz e pelo Amor.

 

A Verdade é o selo da Divindade

 

 

PODEROSO CAVALHEIRO É DOM DINHEIRO
Denes Martos

É sabido que os impérios necessitam de dinheiro. Mas não somente os impérios: nossos regimes plutocráticos estão diretamente embasados no poder dos donos do dinheiro. Olhem-no como queiram, a verdade é que quem tem poder faz política e quem não tem poder só pode fazer comentários. Mas em nosso sistema atual, quem tem dinheiro, tem poder. E quem não tem dinheiro, só pode ir a cada quatro anos votar em alguém que conseguiu financiar sua própria campanha.

O PODEROSO CAVALHEIRO

Dom Dinheiro é um poema de autoria do inesquecível Dom Francisco de Quevedo y Villegas – mais conhecido por Quevedo – um incorrigível e soberbo hispano do século XVII que, seguindo o conselho de Sêneca de dizer o que se sente e de sentir o que se diz, colocava em verso e em prosa sua inspiração, um hábito inveterado que acabou lhe ocasionando até mesmo uma nada agradável estadia na prisão durante quatro anos. Talvez valha a pena citar por inteiro:

Mãe, eu ao ouro me humilho,
Ele é meu amante e meu amado,
E,de tão enamorado,
Ainda continuo amarelo.
Pois, em fortunas ou trocados
Faz tudo quanto quero.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

Nasce nas Índias honrado,
De onde o mundo o acompanha;
Vem morrer na Espanha,
E é em Gênova enterrado.
E ademais, quem o tem a seu lado
É formoso, embora seja feio.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

São seus pais principais
E é de nobres, descendente
Porque nas veias do Oriente
Todos os sangues são Reais.
E, portanto, é quem torna iguais
Ao rico e ao pedinte.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

E quem não se encanta
De ver em sua glória, sem taxa,
O que é o pior de sua casa
Dona Blanca de Castilla?
Mas eis que sua força humilha
Ao covarde e ao guerreiro.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

É tanta sua majestade,
Que, embora sejam seus duelos fartos,
Ele, ainda tendo esquartejado
Não perde sua qualidade.
Mas, com certeza, dá autoridade
Ao camponês e ao jornaleiro.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

Mais valem em qualquer terra
(Vejam se não é realmente sagaz)
Seus escudos na paz
Que escudos na guerra.
Pois ao nativo desterra
E faz nativo o forasteiro.
Poderoso cavalheiro
É Dom Dinheiro!

Parece-lhes que alguma coisa tenha mudado desde o século XVII? Se perguntassem a mim eu diria que não. Pelo menos não muito. Variações de idioma e modismos à parte, estes versos poderiam ter sido escritos ontem.
Seja como for, todos os dias podemos comprovar que o poder do dinheiro provém de uma antiga e longa tradição.

Poderoso Dom dinheiro
durante toda a História sempre fostes o tal.
Só não compras a Humanus, o Mestre e a União do Vegetal.

 

 

 

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